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	<title>adm_labkury &#8211; Kury laboratório</title>
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		<title>Casos de sarampo aumentam 30% em todo o mundo, diz OMS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_labkury]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 18:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Os casos de sarampo cresceram 30% em todo o mundo a partir de 2016, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) nesta quinta-feira (29). Em 2017, foram 173.330 <br /><a href="http://kurylaboratorio.com.br/casos-de-sarampo-aumentam-30-em-todo-o-mundo-diz-oms/" class="more-link btn btn-primary">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="2">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os casos de sarampo cresceram 30% em todo o mundo a partir de 2016, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) nesta quinta-feira (29).</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em 2017, foram 173.330 mil casos registrados e incidência de 25 casos por milhão. Em 2016, foram registrados 132.328 casos e incidência de 19 casos por milhão. O aumento aconteceu em parte porque mais oito países relataram casos em 2017 (184 de 194) do que em 2016 (176 de 194). Um aumento de 30% em todo o mundo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além do aumento no número de casos, a doença causou 110 mil mortes em 2017.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ainda de acordo com o relatório, desde 2000, mais de 21 milhões de vidas foram salvas por causa da vacinação contra o sarampo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As Américas, a região do Mediterrâneo Oriental e a Europa tiveram os maiores surtos de casos em 2017, com o Pacífico Ocidental como a única região da OMS onde a incidência de sarampo diminuiu.</p>
<p>Região das Américas tem mais de 8 mil casos de sarampo confirmados, diz OMS</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="14" data-block-id="7">
<p>“O ressurgimento do sarampo é uma séria preocupação, com surtos ampliados ocorrendo em todas as regiões, e particularmente em países que alcançaram ou estavam perto de alcançar a eliminação do sarampo”, disse o Dr. Soumya Swaminathan, Diretor Geral Adjunto para Programas da OMS.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Sem esforços urgentes para aumentar a cobertura de vacinação e identificar populações com níveis inaceitáveis ​​de crianças com ou sem imunização, corremos o risco de perder décadas de progresso na proteção de crianças e comunidades contra essa doença devastadora, mas totalmente evitável”.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O sarampo é uma doença grave e altamente contagiosa. Pode causar complicações debilitantes ou fatais, incluindo encefalite (uma infecção que leva ao inchaço do cérebro), diarréia e desidratação severas, pneumonia, infecções de ouvido e perda permanente da visão. Bebês e crianças pequenas com desnutrição e sistema imunológico fraco são particularmente vulneráveis ​​a complicações e morte.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="70" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A doença é evitável através de duas doses de uma vacina segura e eficaz</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">. Durante vários anos, no entanto, a cobertura global com a primeira dose da vacina contra o sarampo parou em 85%. Isso é muito menor do que os 95% necessários para evitar surtos e deixa muitas pessoas, em muitas comunidades, suscetíveis à doença. A estimativa é que a cobertura vacinal global da segunda dose esteja em 67%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="13">
<div class="content-intertitle">
<h2></h2>
<h2>Surto no Brasil</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Até novembro, o Brasil registrou mais de 10 mil casos de sarampo e 12 mortes pela doenças em 2018. O país enfrenta dois surtos da doença, um no Amazonas e outro em Roraima. Só o Amazonas registrou mais de 9,6 mil casos de sarampo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os surtos ocorridos no Brasil estão ligados à importação do genótico do vírus (D8) da Venezuela, país vizinho com um alto número de casos desde 2017.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Brasil atingiu a meta geral de vacinação de crianças contra sarampo e poliomelite estabelecida pelo Ministério da Saúde. A meta do governo era vacinar 95% do público-alvo (crianças de 1 a cinco anos).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o balanço final, a cobertura vacinal ficou em 95,4% para a pólio e 95,3% para sarampo, totalizando 10,7 milhões de crianças vacinadas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="14" data-block-id="18">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Todas as vacinas do calendário de adultos estão abaixo da meta de cobertura ideal</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A vacina de sarampo faz parte do calendário de vacinação brasileiro e fica disponível nos postos de saúde durante todo o ano. Para adultos que não sabem sua situação vacinal ou nunca foram vacinados a recomendação é de duas doses para quem tem de 20 a 29 anos e uma dose para 30 a 49.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-media__container">
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</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como a inteligência artificial pode melhorar a vida de pessoas com deficiência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_labkury]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 18:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[“A inteligência artificial revolucionou não só a minha vida como as dos meus alunos.” É essa frase que Luciane Molina, professora universitária e de tecnologia assistiva na Universidade de Taubaté, <br /><a href="http://kurylaboratorio.com.br/como-a-inteligencia-artificial-pode-melhorar-a-vida-de-pessoas-com-deficiencia/" class="more-link btn btn-primary">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="2">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“A inteligência artificial revolucionou não só a minha vida como as dos meus alunos.” É essa frase que Luciane Molina, professora universitária e de tecnologia assistiva na Universidade de Taubaté, em São Paulo, usa para definir a relação que tem com as iniciativas que surgiram para melhorar a autonomia das pessoas com deficiência por meio de algoritmos.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Brasil, de acordo com o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem 45,6 milhões de pessoas com deficiência no país (23,9% da população à época).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Luciane é cega e faz uso de diversos aplicativos no smartphone para reconhecer imagens, rótulos de produtos, cédulas de dinheiro e acessar materiais impressos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com essas soluções de acessibilidade, ela já pôde descobrir a senha do Wi-Fi sozinha em casa e também quando, por exemplo, seu computador estava passando por uma atualização. Isso porque os atuais softwares de leitura de tela para cegos não têm acesso a telas como a de atualização do Windows.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A professora também apresenta os recursos tecnológicos a seus alunos. “A cada novidade que eu apresento, a vida deles se torna mais fácil”, diz.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Recentemente, uma aluna de Luciane ganhou mais autonomia com um aplicativo leitor de cédulas de real. “Ela tinha muita vontade de ficar sozinha em casa e conseguir pagar a marmita sem a ajuda de outras pessoas”, conta.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Grande parte dessas soluções foi desenvolvida por meio de sistemas que “aprendem” com um alto volume de dados. A partir dessas informações, eles são capazes de identificar padrões e tomar decisões com o mínimo de intervenção humana. É o chamado “aprendizado de máquina”.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas a transcrição de fala para texto em tempo real e os recursos de visão computacional são só alguns exemplos de aplicações de inteligência artificial.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="59" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Quanto mais usamos [os recursos de inteligência artificial para pessoas com deficiência], melhores eles ficam”, diz a professora. Entre os aplicativos que ela usa estão o TapTapSee, para ler rótulos de produtos, e o Seeing AI, para organizar documentos e diplomas em pastas e reconhecer os textos das fotos que recebe por email ou redes sociais como o Facebook.</p>
</div>
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</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A professora até desenvolveu um suporte de madeira para apoiar os livros e materiais impressos para conseguir fotografar com o ângulo ideal e com uma boa iluminação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Seeing AI é uma iniciativa de inteligência artificial da Microsoft para pessoas cegas e com baixa visão. O app usa visão computacional e redes neurais para identificar objetos, cores, textos, cenas e até mesmo características físicas e expressões faciais de uma pessoa. Por enquanto, só está disponível para iOS, o sistema operacional utilizado pelos dispositivos da Apple.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="14">
<div class="content-intertitle">
<h2>Aporte milionário</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O aplicativo é só uma das ações de acessibilidade desenvolvidas pela Microsoft. Em maio de 2018, o CEO da empresa, Satya Nadella, anunciou um investimento de US$ 25 milhões (cerca de R$ 93 milhões), ao longo de cinco anos, em projetos de inteligência artificial para pessoas com deficiência.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Desenvolvedores, ONGs, acadêmicos, pesquisadores e inventores podem submeter projetos de acessibilidade baseados em inteligência artificial para o programa AI For Accessibility até o dia 1º de fevereiro de 2019. Os aprovados receberão um aporte da companhia para levar os projetos e ideias a outro patamar. As solicitações são aceitas de modo contínuo e para se inscrever é necessário preencher um formulário.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Facebook é outra gigante da tecnologia que investe em projetos de inteligência artificial para pessoas com deficiência. A rede social usa algoritmos para gerar uma descrição de imagem automática para cegos. O recurso não é perfeito e tampouco substitui uma descrição humana, mas colabora para um ambiente mais acessível.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Existem vários métodos de aprendizagem de máquina. O que eles possuem em comum é que todos precisam de pessoas para ensiná-los a aprender uma determinada tarefa, e, assim, fazer o que se deseja. No Facebook, os sistemas de reconhecimento de imagem são supervisionados por pessoas que olham as fotos e informam ao sistema o que há nela.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com Matthew King, engenheiro do Facebook especialista em acessibilidade, embora a inteligência artificial esteja em desenvolvimento há décadas, os sistemas que temos ainda são novos. “Apesar de eles estarem melhorando rapidamente nos últimos anos, eles ainda têm muitas limitações”, diz. Mesmo assim, representam um grande salto para a plena participação das pessoas cegas no ambiente online, segundo o especialista.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A professora universitária e de tecnologia assistiva, Luciane Molina, concorda. Ela conta que antes não se interessava tanto pela rede social pela quantidade de posts com imagens com os quais não podia interagir, por não saber do que se tratavam.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Certa vez, uma amiga dela postou uma foto e escreveu na legenda: “Olha minha nova pulseira”. Mas, na verdade, a imagem se referia ao gesso colocado no braço da amiga após um machucado. Luciane só percebeu tal fato lendo todos os comentários.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ela reconhece que as descrições são básicas e não substituem uma audiodescrição, mas valoriza o recurso. “O fato de a inteligência artificial do Facebook ter agregado esses recursos de reconhecimento de imagem foi um ganho incrível na acessibilidade”, diz.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Recentemente, a empresa também liberou a funcionalidade de descrições automáticas e de escrever uma descrição manual também no Instagram. A rede social, no entanto, é criticada por algumas pessoas cegas por não ter uma boa usabilidade. Ao ser questionado pela reportagem da BBC Brasil, King, o engenheiro do Facebook, disse que é um processo contínuo de melhora.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Adicionar descrições de fotos foi um passo muito importante para o Instagram, porque as fotos são o tipo mais popular de conteúdo da rede social. Mas estamos planejando muito mais.”</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="26">
<div class="content-intertitle">
<h2>Novas possibilidades para a comunicação alternativa</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O reconhecimento de fala e a transcrição da linguagem humana em tempo real é um dos recursos mais tradicionais da inteligência artificial e com grande utilidade para pessoas com determinados tipos de deficiência. Alex Garcia é surdocego e foi o primeiro brasileiro com essa deficiência a cursar uma faculdade.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ele tem 1% de visão e não escuta. A surdocegueira é definida pela não compensação dos sentidos. Existem aqueles que conseguem ouvir e ver com muita dificuldade.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Hoje, Alex se dedica a dar palestras e a gerenciar a Associação Gaúcha de Pais e Amigos dos Surdocegos e Multideficientes (Agapasm). Um dos aplicativos que ele utiliza se chama Comunicador Táctil Once (CTO), uma ferramenta para comunicação de surdocegos, com diversos recursos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entre elas está o ditado. Embora a principal forma de comunicação se dê quando as pessoas escrevem na sua mão, há vezes em que isso não é possível. Nesse caso, Alex aproxima o microfone do celular à boca da pessoa, para que ela possa falar. Em seguida, ele consegue ter o texto na tela em letras ampliadas por meio do app.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“O celular me ajuda quando a pessoa não consegue escrever. O aplicativo, portanto, é uma valiosa alternativa, porque me dá mais tranquilidade. Caso um meio não funcione, o outro vai dar certo”, relata. Ele diz que ser surdocego implica uma situação social de extrema delicadeza e vulnerabilidade.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Embora os recursos de inteligência artificial estejam extremamente difundidos nos smartphones, também existem iniciativas para trazer essa realidade para o mundo físico. É o caso do Wheelie, um dispositivo desenvolvido por uma equipe de brasileiros que promete comandar cadeiras de roda por meio da inteligência artificial. A tecnologia atualmente é desenvolvida em parceria com a Intel.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O equipamento é testado nos Estados Unidos por 60 pessoas com deficiência. De acordo com Paulo Pinheiro, CEO da Hoobox Robotics, empresa que desenvolve essa tecnologia, o próximo passo é entrar no mercado chinês, em 2019. No Brasil, a perspectiva é que o produto só chegue em 2020.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Orcam My Eye é outro dispositivo para aumentar a autonomia das pessoas com deficiência. Ele é capaz de ler com precisão documentos impressos e está disponível em todas as 54 bibliotecas municipais da cidade de São Paulo.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="37">
<div class="content-intertitle">
<h2>Evolução das tecnologias assistivas</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com Lúcia Miyake, especialista em pesquisa e tecnologia assistiva, as tecnologias de apoio para pessoas com deficiência sempre existiram e praticamente acompanharam as revoluções industriais. “Houve um grande avanço quando a era de máquinas a vapor passou para a era de eletricidade, na qual foram surgindo equipamentos eletrônicos. Os exemplo são a cadeira de rodas elétrica e o gravador.”</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas a revolução mesmo veio com a possibilidade de programar os equipamentos eletrônicos. “Juntamente, veio a importância de dados e informações, que considero o começo da tecnologia artificial”, diz. Agora, estamos entrando em uma nova fase, chamada de indústria 4.0. Nela, os dados estão na nuvem e os comandos são enviados à distância.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“O mais interessante é o usuário confiar no auxílio sem conhecer de onde vem os comandos. Neste aspecto, a pessoa com deficiência poderá trabalhar ou estudar remotamente com todo acesso das informações, além de deixar os comandos dos dispositivos eletrônicos programados (preparar um café, abrir a cortina etc.)”, explica Miyake.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="41">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As principais limitações do setor estão na falta de pesquisadores e recursos ou investimentos na área de pesquisa em tecnologia assistiva. Além disso, se o produto com inteligência artificial for exclusivo para uso de pessoas com deficiência, o custo será mais alto, devido à baixa demanda para manufatura.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="72" data-block-id="42">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Apesar disso, ela é otimista em relação ao futuro. “A tecnologia assistiva está sendo cada vez mais conhecida e é uma área de boa aplicabilidade da inteligência artificial, além do design universal”, diz. Segundo matéria publicada pela Revista Forbes, o mercado de dispositivos para pessoas com deficiência e idosos foi avaliado em US$ 14 bilhões em 2015 e deve superar US$ 26 bilhões até 2024. Os dados são da Coherent Market Insights.</p>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Fonte: G1 Globo</em></p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Expectativa de vida: por que as mulheres vivem mais do que os homens?</title>
		<link>http://kurylaboratorio.com.br/expectativa-de-vida-por-que-as-mulheres-vivem-mais-do-que-os-homens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_labkury]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 17:58:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Não importa em qual país você está, as mulheres vivem mais do que os homens. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2016, a média das expectativas de vida <br /><a href="http://kurylaboratorio.com.br/expectativa-de-vida-por-que-as-mulheres-vivem-mais-do-que-os-homens/" class="more-link btn btn-primary">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="2">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Não importa em qual país você está, as mulheres vivem mais do que os homens.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2016, a média das expectativas de vida ao nascer da população mundial era de 74 anos para mulheres e de 69 anos para homens.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida ao nascer, em 2019, é de 80 anos para mulheres e de 73 anos para homens.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a projeção do IBGE para 2018, com base nos dados do Censo de 2010, até o ano passado, 0,12% da população era formada por homens com 90 anos ou mais, enquanto esse percentual era de 0,24% da população para mulheres com 90 anos ou mais.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="11"></div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="6" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas afinal, porque existe essa diferença?</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="11"></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="11"></div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="7" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Há três principais razões, segundo a ciência.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="8">
<div class="content-intertitle">
<h2>1. Genética</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="11" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma das principais hipóteses para essa diferença é a questão genética.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Os embriões masculinos morrem em um ritmo maior que os embriões femininos”, explica o professor David Gems, do University College London.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Isso é resultado do papel que desempenham os cromossomos que determinam o sexo. As mulheres têm cromossomos XX e os homens têm cromossomos XY.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os cromossomos X contêm muitos genes que ajudam a prolongar a vida.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Se você tem um defeito genético no cromossomo X e é uma mulher, tem uma ‘cópia de segurança’. Mas se é um homem, não tem essa cópia”, explica o geneticista David Gems ao programa Crowd Science, da BBC.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Os bebês do sexo masculino têm entre 20% e 30% mais probabilidade de morrer na última etapa da gravidez. Também têm 14% mais chances de nascer prematuramente. Eles tendem a ser maiores e sofrem um maior risco de lesões durante o parto”, explica Lorna Harries, professora da Universidade Exeter, no Reino Unido.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um exemplo de como os cromossomos X afetam outras espécies: ao contrário dos humanos, as aves machos têm duas cópias do cromossomo X e costumam viver mais do que as fêmeas.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="17">
<div class="content-intertitle">
<h2>2. Hormônios</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Durante a adolescência, as crianças passam pela puberdade (o amadurecimento sexual) por causa das mudanças na produção de hormônios.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O estrogênio, o hormônio sexual feminino, atua como “antioxidante” no corpo, impedindo o envelhecimento das células.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em experimentos com animais, as fêmeas que têm falta de es</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">trogênio tendem a não viver tanto quanto as que mantêm os níveis de hormônio sexual feminino.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O estrogênio também facilita a eliminação do colesterol ruim, e portanto pode oferecer certa proteção contra doenças do coração.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos homens, é maior a produção de testosterona, que faz com que o corpo seja maior – e é responsável por características como a voz mais grave e o corpo mais peludo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A taxa de mortalidade dos homens aumenta muito nos últimos anos da adolescência, quando se elevam seus níveis de testosterona.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Há alguns anos, o cientista coreano Han-Nam Park analisou os registros da Corte Imperial da Dinastia Chosun, do século 19.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ele comparou a média de vida de 81 eunucos (castrados antes da puberdade) com a dos outros homens da corte. Sua análise revelou que os eunucos viveram cerca de 70 anos, enquanto a média entre os outros homens da corte era de 50 anos. Três eunucos chegaram a viver até os 100 anos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ainda que nem todos os estudos com outros tipos de eunucos tenham mostrado diferenças tão pronunciada, em geral as pessoas (e animais) sem testículos tendem a viver mais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo alguns especialistas, isso pode ser resultado do estímulo do hormônio para comportamentos mais arriscados e violentos. Mas, quando se fala de seres humanos, também há um fator cultural e comportamental envolvido.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="28">
<div class="content-intertitle">
<h2>3. Ocupação e comportamento</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O incentivo cultural para que homens se comportem de maneira mais violenta e arriscada do que as mulheres também tem um peso na expectativa de vida menor, segundo os especialistas.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outros fatores culturais influenciam: as mulheres entre 16 e 60 anos vão ao médico mais frequentemente do que os homens da mesma idade em diversos países.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="8" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além disso, conjunturas regionais afetam muito esses índices.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em lugares com conflitos armados, a esperança de vida masculina diminui em alta velocidade.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">E em regiões onde a atenção médica é inadequada, muitas mulheres morrem durante o parto.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fatores como fumar, beber e se alimentar incorretamente também explicam a diferença em alguns países.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na Rússia, por exemplo, os homem têm expectativa de vida 13 anos menor do que as mulheres por causa do alto consumo de álcool entre a população masculina do país.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="37">
<div class="mc-column content-media__container">
<p class="content-media__description ">As mulheres vivem mais e, portanto, também sofrem mais doenças nos últimos anos de vida — Foto: Pixabay</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="7" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas viver mais tempo também tem consequências.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As mulheres vivem mais tempo, mas também sofrem mais doenças, particularmente nos últimos anos de vida.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com um artigo publicado na revista biomédica Cell Press pelos pesquisadores Steven Austad e Kathleen Fischer, da Universidade do Alabama, nos EUA, “nas sociedades ocidentais as mulheres vão mais ao médico, tomam mais remédios, mas também perdem mais dias de trabalho por motivos de saúde e passam mais dias no hospital que os homens.”</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="41">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em Bangladesh, China, Egito, Guatemala, Índia, Indonésia, Jamaica, Malásia, México, Filipinas, Tailândia e Tunísia, as mulheres também têm mais limitações físicas que os homens em seus últimos anos de vida.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="43">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Estudos recentes indicam que a diferença na expectativa de vida entre os sexos deve diminuir em um futuro próximo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="44">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma pesquisa do Imperial College de Londres aponta que a distância entre as expectativas de vida de mulheres e homens em 2030 será de um ano e nove meses no Reino Unido. Hoje, essa diferença é de três anos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="45">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“A queda no consumo de álcool e tabaco tem beneficiado majoritariamente os homens, que tendem a beber e fumar mais que as mulheres”, disse o professor de estatística Les Mayhew ao jornal britânico The Guardian.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="46">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Também temos feito muitos avanços na luta contra doenças cardíacas, que são mais frequente entre os homens”, afirmou.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="47">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mortes relacionadas a acidentes de trânsito também estão diminuindo em muitos países, o que também deve ajudar a aumentar o tempo de vida dos homens, que são quem hoje mais morre com esse tipo de acidente.</p>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Fonte: G1 Globo</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os fatores que levam a uma gravidez de alto risco e como prevenir alguns deles</title>
		<link>http://kurylaboratorio.com.br/os-fatores-que-levam-a-uma-gravidez-de-alto-risco-e-como-prevenir-alguns-deles/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_labkury]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 17:57:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://srv260.teste.website/~labkury/?p=1032</guid>

					<description><![CDATA[A segunda gestação da dona de casa Fernanda de Fraia Furlan, de 42 anos, seguiu normalmente até a 20ª semana, quando ela começou a apresentar um quadro de pré-eclampsia – <br /><a href="http://kurylaboratorio.com.br/os-fatores-que-levam-a-uma-gravidez-de-alto-risco-e-como-prevenir-alguns-deles/" class="more-link btn btn-primary">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="2">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A segunda gestação da dona de casa Fernanda de Fraia Furlan, de 42 anos, seguiu normalmente até a 20ª semana, quando ela começou a apresentar um quadro de pré-eclampsia – aumento da pressão arterial, acompanhado de excesso de proteína na urina.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Seu médico, então, prescreveu alguns medicamentos para tentar controlar o problema, mas sem sucesso. “Com 25 ou 26 semanas eu passava mais tempo internada do que em casa e, quando cheguei na 30ª, não deu mais para segurar. Minha pressão foi a 18×10 e não baixava de jeito nenhum. Como o bebê estava em sofrimento fetal, foi preciso fazer uma cesárea de emergência”, relembra.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Assim, no dia 30 de janeiro de 2009, pesando apenas 1.140 gramas, veio ao mundo a pequena Manuela. Por conta da prematuridade, do baixo peso e também por ter nascido com fenda palatina (céu da boca aberto), a menina ficou 90 dias internada na UTI neonatal do Hospital Bom Clima, em Guarulhos (SP).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Lá, ela foi entubada, recebeu transfusão de sangue, foi alimentada por sonda, usou uma infinidade de remédios… Cada dia no hospital era uma surpresa, e os médicos até chegaram a desenganá-la, por conta de uma infecção muito forte que ela pegou. Foi um período horrível, não desejo para ninguém”, diz Fernanda.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Hoje, com 10 anos, Manuela tem seu desenvolvimento compatível com o de crianças que nasceram na “hora certa”. “Ela demorou um pouco mais para andar do que os outros bebês e era bem frágil, mas agora é super saudável, apenas tem os dentes fracos devido à quantidade de antibióticos que precisou tomar e faz tratamento com fonoaudiólogo.”</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="9">
<div class="content-intertitle">
<h2>O que afeta a gravidez?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O caso de Fernanda e Manuela, infelizmente, não é tão raro nas maternidades. Para se ter uma ideia, anualmente, quase 30 milhões de bebês em todo o mundo nascem antes do tempo, com baixo peso ou adoecem e precisam de cuidados especiais, muitas vezes intensivos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O dado faz parte do relatório “Survive and Thrive</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">: Transforming Care for Every Small and Sick Newborn” (Sobreviva e prospere: Transformando o cuidado para todos os recém-nascidos pequenos e doentes, em tradução livre), lançado no ano passado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas quais são os fatores que afetam a gravidez e colocam a vida de tantos bebês em risco? De acordo com o obstetra Alexandre Pupo, membro do corpo clínico do Hospital Albert Einstein e do projeto Parto Adequado, entre os principais estão hipertensão arterial, diabetes e infecções.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Também entram na lista infecções sexualmente transmissíveis, uso de drogas ilícitas e álcool, tabagismo, viroses e arboviroses, desnutrição significativa, obesidade, sedentarismo, estresse, gestação precoce, tardia e/ou múltipla, patologias autoimunes, cardíacas, renais, tireoidianas e neurológicas e pré-natal mal feito, entre outros.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O obstetra comenta que, em toda gestação, diversos cuidados são necessários a fim de garantir tanto a saúde das mães quanto a dos fetos. “É importante que a mulher inicie o acompanhamento médico antes mesmo de engravidar. Dessa forma, ela irá se preparar tanto do ponto de vista físico e orgânico quanto emocional, e vai engravidar nas melhores condições possíveis.”</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além disso, Pupo recomenda escolher um profissional com bastante conhecimento na área, para a realização de um pré-natal de qualidade e, se possível, o parto. Segundo o especialista, é importante seguir à risca as orientações e fazer todos os exames necessários em cada etapa da gravidez.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Seus demais conselhos incluem não engordar em excesso – o ideal é ganhar entre 7 e 15 quilos durante os nove meses -, beber bastante líquido para evitar infecção urinária e manter o sangue bem diluído, praticar atividade física, ter uma alimentação saudável, diminuindo a ingestão de sódio e comidas industrializadas, e ter boa higiene bucal e genital.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="18">
<div class="content-intertitle">
<h2>Prematuridade</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entre as consequências mais importantes de uma gravidez conturbada está a prematuridade, como aconteceu com Fernanda e Manuela. A OMS considera prematuros (ou pré-termo) os bebês que nasceram com menos de 37 semanas completas – os com idade gestacional entre 32 e 37 semanas são classificados como limítrofes; os entre 29 e 31, moderados, e os entre 24 e 28, extremos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O grande problema é que, por saírem da barriga da mãe cedo demais, essas crianças ainda não estão 100% “prontas”, ficando sujeitas a uma série de complicações que podem causar prejuízos à saúde como um todo no curto, médio e longo prazo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“A prematuridade é a principal causa de mortalidade e doenças nos primeiros cinco anos de vida. Seus efeitos mais comuns estão relacionados com imaturidade pulmonar, cardíaca, intestinal, neurológica, metabólica, renal, hepática e de desenvolvimento”, diz Maria Albertina Santiago Rego, médica do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e professora do Departamento de Pediatria da Universidade Minas Gerais (UFMG).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="59" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo dados preliminares do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), do Ministério da Saúde, ocorreram 318.406 partos prematuros no país em 2017. Pelos números da pesquisa “Nascer no Brasil: Inquérito Nacional Sobre Parto e Nascimento”, realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o índice de prematuridade brasileira, de 11,5%, é quase duas vezes superior ao observado nos países europeus.</p>
</div>
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<div id="banner_materia__8b6ce5f0479048608cad525b7b3f6b5f" class="tag-manager-publicidade-container has-reveal has-ad-lazyload tag-manager-publicidade-banner_materia__8b6ce5f0479048608cad525b7b3f6b5f tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel" data-id="banner_materia__8b6ce5f0479048608cad525b7b3f6b5f" data-google-query-id="CM3dvt_Z2uACFVHJ4wcd2dwIRg" data-cid="138260614336" data-lid="4947217320">
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Estamos entre os 10 países com mais bebês prematuros. As taxas aqui são altíssimas, mas poderiam cair com a realização de um pré-natal de qualidade e se todas as mulheres tivessem, durante a gravidez, melhores condições de trabalho, saúde e vida”, analisa a especialista da SBP.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="25">
<div class="content-intertitle">
<h2>Baixo peso</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="79" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O baixo peso dos bebês ao nascer – são considerados os com menos de 2,5 quilos – também é determinado por fatores de risco durante a gestação. O Ministério da Saúde comenta que esta é a causa isolada mais importante para a mortalidade infantil, e a cartilha “Cuidados Gerais – Atenção à Saúde do Recém-Nascido”, elaborada pelo órgão, pontua que a situação é mais comum nos extremos de idade da mãe e está em torno de 8% no país.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“As consequências disso para as crianças são diversas, podendo ir desde hipoglicemia (baixa concentração de açúcar no sangue), passando por problemas respiratórios, até transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Tudo vai depender da causa”, explica Nelson Douglas Ejzenbaum, pediatra e neonatologista membro da SBP e da Academia Americana de Pediatria (AAP).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O médico ressalta que, assim como acontece com a prematuridade, o adequado acompanhamento pré-natal na gravidez possibilita a identificação de eventuais riscos em tempo oportuno para intervenção.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="74" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Vale destacar que, para atendimento ao recém-nascido de baixo peso, o Ministério da Saúde preconiza o Método Canguru, cujo “objetivo é melhorar a qualidade da atenção prestada à gestante, ao bebê e sua família, promovendo, a partir de uma abordagem humanizada e segura, o contato pele a pele (posição canguru) precoce entre mãe/pai e bebê, de forma gradual e progressiva, favorecendo o vínculo afetivo, a estabilidade térmica, o estímulo à amamentação e o desenvolvimento”.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="30">
<div class="content-intertitle">
<h2>Nascimentos e mortes</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Estima-se que nasçam no mundo 180 bebês por minuto. No Brasil, em 2017, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou 2,87 milhões de nascimentos; em 2016, foram 2,79 milhões, e, em 2015, 2,95 milhões.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="90" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por outro lado, cerca de 2,6 milhões de recém-nascidos morrem no mundo antes de completar um mês de vida, sendo que um milhão não resiste já ao primeiro dia. Em mais de 80% dos casos, os óbitos são decorrentes de prematuridade, complicações durante o nascimento ou infecções como sepse, meningite e pneumonia, pelos dados do relatório “Every Child Alive – The Urgent Need to End Newborn Deaths” (Toda criança viva – A urgente necessidade de acabar com as mortes de recém-nascidos, em tradução livre), publicado no ano passado pelo Unicef.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="69" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Apesar da gravidade da situação, o documento indica que a taxa global de mortalidade neonatal diminuiu de 31 para 18 óbitos por mil nascidos vivos entre 2000 e 2017 – até 2030, a meta é cair para 12 ou menos. Por aqui, pelos dados do IBGE, o índice, medido pela probabilidade de óbito até um ano de idade, foi de 12,8 em 2017; no ano anterior, fechou em 13,3.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Fonte: G1 Globo</em></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Dormir mal ou menos de 6 horas por dia aumenta o risco cardiovascular</title>
		<link>http://kurylaboratorio.com.br/dormir-mal-ou-menos-de-6-horas-por-dia-aumenta-o-risco-cardiovascular/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_labkury]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 17:56:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Colesterol alto, hipertensão, falta de exercício e obesidade são fatores de risco cardiovascular, mas não os únicos: um novo estudo afirma que dormir menos de seis horas por dia, ou <br /><a href="http://kurylaboratorio.com.br/dormir-mal-ou-menos-de-6-horas-por-dia-aumenta-o-risco-cardiovascular/" class="more-link btn btn-primary">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Colesterol alto, hipertensão, falta de exercício e obesidade são fatores de risco cardiovascular, mas não os únicos: um novo estudo afirma que dormir menos de seis horas por dia, ou até mesmo dormir de maneira descontínua ou superficial, também representa um maior perigo de problema no coração.</p>
<p>Esta é a principal conclusão de um estudo liderado pelo Centro Nacional de Pesquisas Cardiovasculares (CNIC) da Espanha, que examinou o sono de uma população homogênea de 3.974 pessoas com média de 46 anos de idade e que nunca tiveram complicações cardíacas.</p>
<p>O trabalho, no qual 60% dos participantes eram homens, aponta que as pessoas que dormem menos de seis horas durante a noite podem ter um maior risco de doença cardiovascular em comparação com aquelas que dormem entre sete e oito horas.</p>
<p>A mesma constatação vale para as pessoas que dormem mal, ou seja, aquelas que acordam várias vezes durante a noite, um sono superficial.</p>
<p>Os resultados foram publicados no “Journal of the American College of Cardiology” (JACC) e acrescentam “um alarme a mais” aos já conhecidos fatores de risco deste tipo de doenças, resumiu à Agência Efe o diretor-geral do CNIC, Valentín Fuster, que lembrou que “o ideal é não acodar durante a noite e dormir sete ou oito horas”.</p>
<p>O trabalho concretamente afirma que a falta de sono ou a sua baixa qualidade eleva o risco de aterosclerose, a acumulação de placas nas artérias de todo o corpo, mas não explica o mecanismo exato envolvido, as próximas pesquisas se aprofundarão neste sentido.</p>
<p>Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores colocaram durante sete dias um pequeno dispositivo, chamado actígrafo, na cintura dos 3.974 participantes para medir de forma contínua a atividade e o movimento e, portanto, as caraterísticas do sono, além da sua duração.</p>
<p>Os participantes foram divididos em quatro grupos: os que dormiam menos de seis horas; de seis a sete horas; de sete a oito horas; e os que dormiam mais de oito horas. Os participantes foram submetidos a ecocardiogramas em 3D e tomografias computadorizadas para detectar a presença de doenças cardíacas.</p>
<p>Assim, o estudo descobriu que os participantes que dormiam menos de seis horas tinham 27% mais de chances de terem aterosclerose em todo o organismo em comparação com os que tinham um sono de sete a oito horas.</p>
<p>Aqueles com baixa qualidade de sono – não importando a duração – tinham 34% mais probabilidades de acumular placas nas artérias de todo o corpo (a qualidade é medida pela frequência com a qual a pessoa acorda e pela repetição de movimentos).</p>
<p>O número de participantes que dormiram mais de oito horas foi pequeno, mas o estudo também sugere que o sono excessiva pode estar associado com um maior risco de aterosclerose, especialmente em mulheres, embora ainda seja cedo para tirar conclusões.</p>
<p>Estudos anteriores já tinham demonstrado que a falta de sono aumenta o risco de doença cardiovascular por aumentar os fatores de risco vinculados a esta doença, como os níveis de glicose, a pressão arterial, a inflamação e a obesidade.</p>
<p>Mas este trabalho vai além ao quantificar as horas e medir a fragmentação e qualidade do sono, segundo Fuster, tudo graças à tecnologia de ponta e à sua aplicação nesta população homogênea, com uma média de idade de 46 anos, que é quando a doença cardíaca poderia começar a se desenvolver.</p>
<p>Trata-se de medir a doença no início. O sono é “um alarme como qualquer um dos outros fatores de risco”, explicou o cardiologista espanhol, que lembrou que os fatores de risco precisam ser estudados no seu conjunto.</p>
<p>Fernando Domínguez, primeiro autor do artigo, resume em uma nota do CNIC que os participantes que dormiam menos de seis horas por dia ou tinham um sono muito fragmentado e de baixa qualidade tinham mais placas de colesterol, “por isso que a duração e a qualidade do sono são de vital importância para a saúde cardiovascular”.</p>
<p>Outro dos responsáveis pelo estudo, José M. Ordovás, pesquisador do CNIC e diretor de Nutrição e Genômica do Centro de Pesquisa de Nutrição sobre o Envelhecimento Jean Mayer Human-USDA na Universidade de Tufts (EUA), também comentou que os resultados deste novo estudo enfatizam que é necessário incluir o sono como uma ferramenta a mais para combater as doenças cardiovasculares.</p>
<p>Esta pesquisa foi feita em parceria com o Banco Santander, dentro do projeto PESA CNIC-Santander.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Exame</em></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>78% das crianças brasileiras se mexem menos do que é recomendado pela OMS</title>
		<link>http://kurylaboratorio.com.br/78-das-criancas-brasileiras-se-mexem-menos-do-que-e-recomendado-pela-oms/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_labkury]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 17:54:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa mostrou que 78% das crianças brasileiras não fazem o mínimo de movimento recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de pelo menos uma hora por dia. <br /><a href="http://kurylaboratorio.com.br/78-das-criancas-brasileiras-se-mexem-menos-do-que-e-recomendado-pela-oms/" class="more-link btn btn-primary">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa mostrou que 78% das crianças brasileiras não fazem o mínimo de movimento recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de pelo menos uma hora por dia.</p>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Criança que fica muito tempo parada pode ter dificuldade para desenvolver habilidades como equilíbrio, coordenação motora. E as crianças brasileiras são as que mais passam o tempo de suas vidas em algum tipo de tela (celular, computador, tablet, televisão).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além de prejudicar as habilidades, a falta de movimento pode também acarretar na obesidade. Cerca de 14% das crianças brasileiras na faixa etária de 5 a 9 anos são obesas e 33,5% têm excesso de peso, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="74" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">E quanto tempo as crianças e os adolescentes devem passar em frente as telas? O recomendado pela OMS é de, no máximo, três horas por dia. As crianças e adolescentes brasileiros gastam, em média, cinco horas nas telas. “Uma medida simples é estimular seu filho a jogar um pouco em pé. A cada hora no videogame, 10 a 15 minutos em pé, já quebra esse tempo tão sedentário”, explica o preparador físico, Marcio Atalla.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Diminuir esse tempo em frente às telas também diminui o sedentarismo. O tempo de atividades físicas praticadas na infância deve ser em torno de 300 minutos por semana, o que significa pouco mais de 40 minutos todos os dias. “As atividades estimulam o corpo e o cérebro, melhoram a concentração e a aprendizagem. Tem uma série de benefícios”, alerta Atalla.</p>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Conheça os efeitos do uso exagerado de descongestionantes nasais</title>
		<link>http://kurylaboratorio.com.br/conheca-os-efeitos-do-uso-exagerado-de-descongestionantes-nasais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_labkury]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 17:53:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[De fato, não há sensação que traga mais alívio que respirar bem e, muitas vezes, quando bate aquela gripe, resfriado ou sinusite, a primeira reação é ir até a farmácia <br /><a href="http://kurylaboratorio.com.br/conheca-os-efeitos-do-uso-exagerado-de-descongestionantes-nasais/" class="more-link btn btn-primary">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="2">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De fato, não há sensação que traga mais alívio que respirar bem e, muitas vezes, quando bate aquela gripe, resfriado ou sinusite, a primeira reação é ir até a farmácia e comprar um descongestionante nasal.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Existem vários fatores que fazem com que esse tipo de medicamento tenha alto índice de venda nas farmácias. Seu preço varia entre R$ 4 e R$ 30, não é preciso uma receita médica para a compra e seu efeito ocorre entre cinco e 10 minutos após a aplicação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entretanto, toda essa eficácia vem acompanhada de um preço. Usado de forma exagerada, o medicamento pode trazer sérios riscos à saúde como taquicardia, hipertensão e insônia.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="12"></div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nas laterais do nariz, existem estruturas chamadas cornetos, que são formados por uma estrutura central revestida por mucosa, quando há um incômodo ou alguma doença, esses cornetos incham e dificultam a respiração. Os descongestionantes nasais possuem substâncias conhecidas como vasoconstritoras que tem um mecanismo que contrai os vasos sanguíneos dos cornetos, devolvendo a sensação de alívio por até seis horas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o presidente da Academia Brasileira de Rinologia, Márcio Nakanishi, em entrevista à agência Canarinho, essas substâncias vasoconstritoras não agem somente na região nasal, o efeito constritor pode ocorrer também em outras partes do corpo.</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“O vasoconstritor pode fechar os vasos do coração e aumentar a pressão, levando a uma hipertensão”, exemplifica Nakanishi.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="8">
<div class="content-intertitle">
<h2>Descongestionante nasal vicia?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O termo correto para definir essa situação é chamado de “e</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="12"></div>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">feito rebote”, tendo a sensação de alívio imediato como seu maior responsável. Assim que alguém usa o medicamento, o nariz desentope rapidamente, quando o efeito passa, o nariz volta a fechar. Quanto mais a pessoa utiliza o medicamento e respira melhor, mais a pessoa sente a necessidade de usá-lo. Seu uso crônico reduz o tempo de efeito do remédio, fazendo com que o nariz entupa mais rápido.</p>
</div>
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<div id="google_ads_iframe_/95377733/tvg_G1/Ciencia_e_Saude_2__container__">“As pessoas falam ‘estou viciado’, mas não é o vício no sentido de dependência química. É muito mais no sentido de a pessoa ficar precisando da medicação a toda hora”, afirma Nakanishi.</div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o presidente da Sociedade de Otorrinolaringologia do Rio de Janeiro, Miguel Tepedino, é fundamental consultar um otorrinolaringologista para tratamento contra o “efeito rebote”.</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“É preciso avaliar se o nariz está obstruído só pela dependência, porque o paciente usou o descongestionante uma vez em que estava resfriado e depois continuou usando, ou porque ele tem algum outro problema que desconhece, como desvio de septo. Nesse último caso, só parar com o descongestionante não vai resolver o problema, porque a pessoa continuará respirando mal”, explica Tepedino.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="14">
<div class="content-intertitle">
<h2>Quais as contraindicações?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em um alerta divulgado em 2016, a Anvisa informa que o uso de descongestionantes nasais devem ser evitados em pessoas com doenças cardíacas, hipertensão, doença de tireoide, diabetes, rinite crônica e glaucoma.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ainda segundo o alerta, a situação é ainda mais séria em crianças, o uso, especialmente em superdosagem, pode causar náuseas, cefaleia, hipertensão, hipotensão, depressão do sistema nervoso central com diminuição acentuada da temperatura do corpo, bradicardia, sudorese, sonolência e coma.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Anvisa também orienta que o tempo de tratamento máximo com descongestionantes nasais vasoconstritores é de até três dias.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="18">
<div class="content-intertitle">
<h2>Como evitar os descongestionantes nasais?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O nariz é um filtro natural do ar que respiramos e, por mais que não sirva como um descongestionante, médicos indicam que em dias frios e secos é importante manter o nariz hidratado com soro fisiológico.</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Quando você coloca uma solução fisiológica, que tem a mesma quantidade de sal do líquido corpóreo, ela só entra no corpo como mecanismo de limpeza. É claro que pode liberar o nariz, especialmente se a pessoa estiver com catarro ou algum tipo de obstrução na mucosa. Mas não é o mesmo que descongestionante. Descongestionante é um remédio, com várias substâncias que geram esse composto vasoconstritor”, explica Nakanishi.</p>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Fonte: g1.globo</em></p>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Soneca até duas vezes por semana pode reduzir o risco de infartos, diz estudo</title>
		<link>http://kurylaboratorio.com.br/soneca-ate-duas-vezes-por-semana-pode-reduzir-o-risco-de-infartos-diz-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_labkury]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 17:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[O cochilo durante a tarde, uma ou duas vezes por semana, pode reduzir os riscos de doenças cardiovasculares, segundo estudo publicado nesta segunda-feira (9) pela revista “Heart”. Pesquisadores da Universidade <br /><a href="http://kurylaboratorio.com.br/soneca-ate-duas-vezes-por-semana-pode-reduzir-o-risco-de-infartos-diz-estudo/" class="more-link btn btn-primary">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cochilo durante a tarde, uma ou duas vezes por semana, pode reduzir os riscos de doenças cardiovasculares, segundo estudo publicado nesta segunda-feira (9) pela revista “Heart”.</p>
<p>Pesquisadores da Universidade da Califórnia analisaram os hábitos de 3.462 suíços em um levantamento que monitorou os pacientes durante cinco anos.<span id="more-4077"></span></p>
<p><strong>Por que crianças precisam cochilar?</strong><br />
Os participantes do estudo, com idades entre 35 e 75 anos, responderam a questionários sobre seus hábitos de descanso, que em alguns casos incluía a sesta.</p>
<p>O estudo associou a redução de 48% no risco de doenças cardiovasculares, como o infarto, a cochilos “ocasionais” de cinco minutos a uma hora, uma ou duas vezes por semana.</p>
<p><strong>Dormir muito não é a solução</strong><br />
Os pesquisadores alertam, entretanto, que dormir demais pode ser um problema se aliado a maus hábitos de saúde.</p>
<p>Os maiores “cochiladores”, identificados pelo estudo como aqueles que fazem a sesta entre três e sete dias na semana, são mais propensos às doenças cardiovasculares, pressão e colesterol altos.</p>
<p>Cochilo depois do almoço pode fazer bem para saúde<br />
Isso porque, de acordo com o estudo, este grupo tende a ser formado por homens mais velhos, fumantes e acima do peso.</p>
<p>Ainda, segundo a pesquisa, este grupo de risco apresenta maior índice de apneia – quando durante o ronco, a pessoa pode parar de respirar.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="14">
<div class="content-intertitle">
<h2>Riscos da apneia</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além do sono de má qualidade, a apneia também impacta o coração. Isso porque há queda da oxigenação do sangue, o que aumenta a frequência cardíaca e a pressão arterial.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um coração trabalhando mais e com menos oxigênio é um grande estresse para o corpo e pode ser gatilho para doenças cardiovasculares como hipertensão, arritmia cardíaca, infarto e AVC.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A apneia também provoca a perda de produtividade, perda de qualidade de vida, cansaço, diminuição da concentração e memória, queda da libido e piora a diabetes.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>5 alimentos para melhorar a saúde do seu fígado</title>
		<link>http://kurylaboratorio.com.br/5-alimentos-para-melhorar-a-saude-do-seu-figado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_labkury]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 17:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://srv260.teste.website/~labkury/?p=1016</guid>

					<description><![CDATA[O fígado é um dos órgãos que mais desempenha funções. É responsável por filtrar o sangue de substâncias nocivas, como álcool e drogas, usa o açúcar como fonte de energia <br /><a href="http://kurylaboratorio.com.br/5-alimentos-para-melhorar-a-saude-do-seu-figado/" class="more-link btn btn-primary">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="10" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O fígado é um dos órgãos que mais desempenha funções.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">É responsável por filtrar o sangue de substâncias nocivas, como álcool e drogas, usa o açúcar como fonte de energia quando seus níveis estão baixos e é uma fonte de suprimento de ferro para o corpo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">E, assim como os excessos podem causar sérios danos a esse órgão (como cirrose ou insuficiência hepática devido ao consumo excessivo de álcool), existem alguns alimentos que podem ajudar a melhorar seu funcionamento.</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> (como cirrose ou insuficiência hepática devido ao consumo excessivo de álcool), existem alguns alimentos que podem ajudar a melhorar seu funcionamento.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Meu conselho é evitar alimentos hepatotóxicos, como gorduras saturadas, frituras e álcool”, diz a nutricionista argentina Magdalena Boccardo à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Confira abaixo cinco alimentos que podem ajudar a melhorar a saúde de seu fígado.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="8">
<div class="content-intertitle">
<h2>1. Alho</h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="28"></div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O alho tem propriedades que ajudam a regular e melhorar a função hepática.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“O alho possui propriedades anti-inflamatórias que podem ajudar a regular o trabalho do fígado”, diz a nutricionista Grace Fjeldberg no site da Clínica Mayo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="11" data-block-id="11">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>“É aconselhável esmagá-lo e consumi-lo para tirar proveito de suas propriedades”.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O alho, de acordo com especialistas, também é recomendado por seu alto teor de alicina, o que ajuda a limpar o fígado.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="13">
<div class="content-intertitle">
<h2>2. Maçã</h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="28"></div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Graças ao seu alto teor de fibras, a maçã também é um ótimo aliado para cuidar do fígado.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“É importante cuidar desse aspecto, porque, entre outras coisas, as proteínas formadas no fígado transportam ferro, vitamina A e cobre para o resto do corpo, no qual nutrientes são necessários”, diz à BBC News Mundo a nutricionista colombiana Sandra Milena Cardona.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="16">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="progressive-img can-open-lightbox" data-min-size="1008x593" data-min-size-url="https://s2.glbimg.com/SnaUO6Iq-iKMyC3emTqkvWe2__U=/0x0:513x302/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/O/U/Q6fTNBS7OqhCqlXfAxsQ/maca.png" data-max-size="1600x941" data-max-size-url="https://s2.glbimg.com/OSGPBuKAnKyX_wIYVYn6A17xY-Y=/0x0:513x302/1600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/O/U/Q6fTNBS7OqhCqlXfAxsQ/maca.png" data-media-index="1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outro atributo da maçã é que ela contém uma grande quantidade de vitamina C, que também atua como antioxidante e protege as células contra danos externos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="10" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Vários especialistas recomendam verduras, para promover maior ação das fibras.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h2>3. Brócolis</h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="28"></div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O brócolis pode ser um dos alimentos mais odiados pelas crianças e até por alguns adultos, mas não se pode negar que possui grandes propriedades nutricionais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No caso do fígado, ajuda a neutralizar elementos nocivos que podem afetar seu funcionamento .</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="14" data-block-id="23">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>“O brócolis é importante porque ajuda a reduzir a síntese de colesterol”, disse Cardona.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Especialistas também indicam que é uma rica fonte de vitamina A, o que impede o envelhecimento das células.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="25">
<div class="content-intertitle">
<h2>4. Limão</h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="28"></div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O limão é outra fruta repleta de vitamina C, o que contribui muito para o fígado.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“O suco de limão contém uma grande quantidade de vitamina C concentrada. Um pequeno limão contém um terço da quantidade diária recomendada dessa vitamina”, diz Jill Corleone, nutricionista da Universidade de Nova York (EUA).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ela destaca um estudo publicado pela US National Health Library que descobriu que o suco extraído dessa fruta possui muitos “antioxidantes que reduzem a inflamação, eliminam os radicais livres e melhoram a capacidade do organismo de processar glicose”.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="28" data-block-id="30">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>“Existem vários estudos que o confirmam: o limão contém vitamina C, flavonóides, carotenóides e outros compostos bioativos que combatem os danos oxidativos e protegem o fígado”, acrescenta Corleone.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="31">
<div class="content-intertitle">
<h2>5. Abacate</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O abacate foi batizado como o “ouro verde” e vem se tornando um dos alimentos mais populares do planeta.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas também pode ser um aliado quando se trata de defender o fígado de possíveis danos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Vários estudos indicam que o abacate é uma grande fonte de gorduras saudáveis, o que pode ajudar na proteção do fígado e na eliminação de substâncias nocivas ou desnecessárias.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“O melhor conselho é que deve haver uma dieta equilibrada e saudável que forneça todos os nutrientes necessários para o fígado”, diz a nutricionista Cardona.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="17" data-block-id="36">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>“Uma das principais dicas é o consumo de gorduras saudáveis, como abacate, azeite, nozes e sementes”, conclui.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="37">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No entanto, na mesma medida, Cardona ressalta que devemos ter muito cuidado com o consumo em excesso desse tipo de gordura pois, embora saudável, pode causar o chamado ‘fígado gorduroso’, também conhecido como esteatose hepática ou doença hepática gordurosa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Trata-se de uma condição reversível na qual grandes quantidades de triglicéridos (um tipo comum de gordura) se acumulam de forma anormal nas células do fígado formando grandes vesículas.</p>
</div>
<h5 class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload tag-manager-publicidade-banner_materia__715060b7-d4f4-4281-b82b-2af26132ae8a tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel" data-id="banner_materia__715060b7-d4f4-4281-b82b-2af26132ae8a" data-google-query-id="CPe7ovrL6OUCFSqWWwodzd0GbA" data-cid="138293027925" data-lid="5213427997"><em>FONTE: G1</em></h5>
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		<title>Crianças falando errado? Pode ser um problema de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_labkury]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 17:49:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[A parte mais gostosa da infância é a descoberta. Quando a criança começa a andar, a comer, a falar… Mas até quando é normal uma criança ter dificuldade para falar <br /><a href="http://kurylaboratorio.com.br/criancas-falando-errado-pode-ser-um-problema-de-saude/" class="more-link btn btn-primary">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A parte mais gostosa da infância é a descoberta. Quando a criança começa a andar, a comer, a falar… Mas até quando é normal uma criança ter dificuldade para falar alguns fonemas? De acordo com a fonoaudióloga Leny Kyrillos, existe um padrão de palavras que as crianças falam conforme a idade.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Alguns sons são mais desafiadores e difíceis de serem produzidos do que outros, por isso é normal a criança começar falando errado, e com o tempo evoluir para a pronúncia correta. Leny explica que o importante é saber que até os quatro anos as pronúncias mais desafiadoras precisam sair.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A dica da fonoaudióloga é: na hora de corrigir, não repita a palavra errada, fale a palavra corretamente.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="6">
<div class="content-intertitle">
<h2>Expectativa de desenvolvimento</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Antes dos 12 meses, os bebês produzem sons por prazer, sem intenção comunicativa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="54" data-block-id="8">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Dos 12 aos 18 meses: bebês começam a falar as primeiras palavras;</li>
<li>Dos 18 aos 24 meses: os bebês falam de 50 a 100 palavras. É um momento intenso de aprendizado;</li>
<li>Aos 2 anos: começam a dizer frases simples, como: quer água;</li>
<li>Aos 4 anos: já falam sentenças completas, como: mamãe, eu quero água.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="9">
<div class="content-intertitle">
<h2>As causas do falar errado</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Falar errado pode ter a ver com deficiência auditiva, flacidez muscular, distúrbios neurológicos, emocionais e autismo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Flacidez muscular</strong>: tônus muscular é uma parte importante para a fala correta. Ele começa a ser desenvolvido na amamentação. A introdução alimentar também é importante – invista em papinhas amassadas no garfo. Uso prolongado de chupeta, mamadeira com furo maior, problemas respiratórios favorecem a flacidez.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Deficiência auditiva</strong>: problemas auditivos vão desde os mais simples, como otite, até os mais graves, como surdez profunda. A deficiência pode estar tanto na acuidade do som (perda auditiva), quanto na percepção auditiva (processamento da informação).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O que mais preocupa é a falta de desenvolvimento da linguagem. Isso pode estar relacionado à problemas neurológicos, autismo e questões emocionais.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Fonte: G1</em></p>
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